Rol taxativo: o futuro dos planos de saúde

Por Alysson Ferreira

Diretor Comercial Humanittare

07 de julho de 2022

Existe em modelo antagônico de interesses que vão se acomodando com a modernidade do mundo. Antes a lei 9656/98 era um ''mar aberto'', com discussões infinitas judiciárias e grandes frustrações de ambos os lados. O tempo em saúde, tanto do ponto vista econômico e emocional, são enormes.

 

Alguns avanços foram importantes nos mais de 3.000 procedimentos cobertos, mas ainda com um longo caminho a percorrer. Agora, no lugar de 2 anos, a revisão da lista passa a ser de 6 meses e mesmo assim a vida não tem como esperar. Com os melhores entendimentos, tenderá a reduzir ainda mais esta dinâmica e ajustes desta transição da revisão de tempo.

 

Desta forma, mais fechada no modelo taxativo, os médicos tendem a criar uma espécie de sustentação monetária e menor judicialização. Mas a qual custo?  

 

Hoje, 5% das doenças raras tem medicamentos específicos para o tratamento. Portadores destas doenças crônicas têm necessidades com tratamentos alternativos e, por vezes, mais baratos que internações de longa duração, ainda com o propósito de forma humanizada.

 

Temos um longo caminho a percorrer e que confiar na justiça para acertos destas atividades, com propósitos de diminuir as discussões, considerando que os interesses ainda continuarão antagônicos.